sábado, 10 de dezembro de 2011

MOTOCICLETA 2011





A menos de 48h para o final de 2011 e nada há para comemorar em se falando de trânsito. 

O ano não foi nada bom e nem agradável se o assunto for relacionado a trânsito, principalmente a motociclistas mortos e feridos.
Lembro-me que, em 13 de fevereiro de 2011, postei uma nota parabenizando o jornal ATRIBUNA do Estado do ES sobre realizar uma contagem, notificar os casos relacionados a motocicletas. Até então eram 14 motociclista mortos no Estado do Espírito Santo.

Hoje, 10 meses depois dos 14 contabilizado, chegamos a um índice assustador, são mais de 190 mortos no local do acidente.

Segundo uma reportagem da CBN -Vitória o SAMU-ES contabilizou de janeiro a novembro  mais de 6 mil acidentes com moto em 2011. Segundo o médico do SAMU "O acidente de moto tem uma peculiaridade. A partir de 35 km por hora o mecanismo do trauma já pode causar lesões importantes, inclusive fatais".

Entre  esses que morrem ou ficam feridos e/ou com lesões permanentes são jovens com a idade entre 20 a 29 anos e segundo o jornal diário da Amazônia a estimativa é que nos últimos 10 anos morreram 65 mil motociclista em todo Brasil e a maioria homens de baixa renda.

Não diferente do Estado do Espírito Santo, em Rondônia, 90% dos atendimentos em casos de acidentes de trânsito estão direcionado a atender motociclista.
Em Rondônia foram 224 mortos em 52 municípios, perdendo apenas para mortes ocasionadas por armas de fogo.

Segundo o jornal O DIÁRIO o problema não é isolado. Em todo país acontecem o mesmo Entre as capitais, São Paulo ocupa apenas o 13.º lugar no ranking da mortalidade envolvendo motociclistas. O Rio fica em 15.º. A campeã, com uma taxa três vezes maior, é Boa Vista (RR), seguida de perto por Palmas (TO).

Sabendo que a maioria das causas de colisões e acidentes relacionado a motocicletas estão relacionados com a imprudência e desrespeito as leis e normas. 

Ou seja, é comportamental e cultural. Vivemos em um país onde é comum não respeitar as leis, o próximo e a vida. É incomum e vira até reportagem o contrário.

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