quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

GASOLINA COMUM OU ADITIVADA?



Dúvida que ocorre em qualquer um que tenha um veículo automotor.
Na esperança de melhor desempenho ou baixo custo e melhor benefício, alguns, criam até mito.
Veja essa reportagem do site G1:


Colocar combustível aditivado em um carro ‘desacostumado’ é ruim.
Gasolina comum em carro de alta performance desperdiça a potência.




A poucos metros do posto de gasolina, a dúvida: em que bomba eu vou? E é aí que, muitas vezes, a escolha errada pode acarretar em um menor aproveitamento da potência do motor ou mesmo em problemas mecânicos. Isso mesmo. Abastecer subitamente com gasolina aditivada um carro que há anos recebe apenas a comum pode causar o entupimento dos bicos injetores e dos carburadores. 

Na relação custo-benefício, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) afirma que, em grandes centros urbanos, onde é comum a situação “anda e pára”, vale à pena abastecer o carro com gasolina aditivada. Entretanto, as vantagens são reduzidas consideravelmente quando as velocidades médias são altas, como nas viagens em auto-estradas. Neste caso, recomenda-se o uso da gasolina comum.


Já a BR, distribuidora da Petrobras, garante que a gasolina com maior octanagem é mais econômica quando recomendada. Não utilizá-la causa aumento do consumo, redução da potência e possíveis danos ao motor do veículo. 

Por estas e outras, a escolha não é tão simples. No Brasil, existem três tipos de gasolina: a comum, a comum aditivada e a premium. Diferente do que acontece nos Estados Unidos e na Europa, por força de uma lei federal, ela recebe a adição de álcool anidro, cujo percentual, hoje, é de 25%. 

Mas, afinal, um carro acostumado a ‘beber’ gasolina comum, poderá um dia se dar ao luxo de experimentar uma aditivada? Há algum mal em andar com o carro quase na reserva? 





Para responder a estas e outras perguntas, consultamos Izabel Tereza Lacerda Dutra, gerente de Marketing de Produtos da BR, distribuidora da Petrobras. Confira: clique aqui






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